segunda-feira, 14 de abril de 2014

Para a nossa "A" ... Muitos PaRaBéNs


Ela é: a mulher Carneiro


Podia falar de qualquer outra coisa mas optei por falar da sua personalidade! Ora dizem então que:

“A mulher do signo de Carneiro é muito prática, decidida e original.” Não posso deixar de  concordar, decisão, originalidade e sentido prático fazem parte do seu estilo de vida. A sua maneira de ser traduz-se claramente nestes três adjetivos.
“No que se refere a metas profissionais é muito determinada. Depois de estabelecer os objetivos nada a vai deter.” Num grupo de seis é, sem dúvida, a que menos, facilmente, quebra os seus objetivos diários. Ter a vida planeada e organizada detalhadamente e detestar que lhe troquem os planos faz dela uma pessoa que já mais conseguiria viver o dia-a-dia sem uma reflexão prévia!
“A mulher Carneiro, dotada de um olhar dominante e arrasador, tem a capacidade de provocar tremores nos homens.” VERDADE, VERDADE, VERDADE! Pequenina mas com o poder de um verdadeiro carneirinho! Tem um ar frágil e quem não a conhece acha que faz dela o que quer. Depois de uma provocação menos própria então aí revela-se uma grande personalidade, dotada de um carisma e um olhar que deixam a tremer mesmo aqueles que se acham mais machos. Como pode alguém com uma aparência tão doce e frágil provocar tal afrontamento aos mais destemidos? Há quem diga que é por ser uma MULHER DAS CARVALHOSAS!
Mulher carneiro não deixa nenhuma das ovelhas do seu rebanho para trás, está sempre lá e sempre disposta a ajudar quando mais se precisa. Não é amiga de passar a mão pela cabeça e dizer que sim, que está tudo bem. Se não concorda mostra o seu ponto de vista sem medo de represálias ou olhares ameaçadores. Quem a conhece sabe que não se assusta com qualquer coisa. Admito, sinto-me mais segura ao lado de uma mulher com metade do meu tamanho que ao lado de muitos homens que me obrigam a olhar para cima.
Não é perfeita! Mas quem o é?
Não conheço ninguém e mesmo aquelas que querem parecer ser, já António Zambujo dizia que: “se é tão tão e tão tem tem, tem que ter algum defeito”.
A tua K.









Ao início um tanto reservada, mas depois um coração aberto e cheio de carinho para partilhar. A vida dá realmente muitas voltas. Conheci-a logo nos nossos primeiros dias de aventura pela nova cidade. Era educada, sim, mas não se derretia em simpatias. No entanto passados dois anos aquela colega tornou-se mais que isso. A aproximação foi natural; um sorriso hoje, uma partilha de documentos amanhã, um café na semana seguinte. Quando dei por mim já a A era parte de nós, do nosso grupo, já fazia falta quando faltava. Hoje considero-a uma verdadeira amiga; é uma pessoa extremamente atenta, que apanha uns olhos cabisbaixos e preocupa-se logo em tentar ajudar. Ela tem o dom de fazer as perguntas certas, na altura certa, de uma maneira que não pressiona e nos deixa completamente à vontade para falar e desabafar, e assim consegue criar uma empatia tão própria. A A é a pessoa que me relembra alegremente “está quase” quando eu já ia perdida em preocupações. E é incrível como essa atitude positiva consegue estar presente praticamente todos os dias, apesar de tanto trabalho e de tantas preocupações que também lhe passam pela vida. Ela interessa-se genuinamente, o que é raro hoje em dia, as perguntas que ela faz são genuínas e ela vai para casa e manda mensagem no dia seguinte a perguntar se já há novidades. E isso mostra que, mais do que na memória, ela tem-nos no coração. A A também é aventureira, principalmente para ajudar os outros. Uma vez ficou com o carro da M, quando eu não tive coragem, para podermos ir ver o N que andava doente. E nesse fim-de-semana a A esteve sempre disponível para me acompanhar e ainda me ofereceu o jantar! Além de ser uma companhia (e uma boleia) ela foi, novamente, um apoio indescritível.
No hospital é uma maravilha andar com a A, ela trata bem os doentes, fala-lhes com carinho e com cuidado. Depois consegue ter uma discussão fundamentada em relação a algum tema e por outro lado tem sempre as suas piadas para as alturas mortas nos corredores.
Com a A os sorrisos são uma constante diária e quando nos despedimos com um “até amanha” o coração vai para casa quentinho.
Que mais dizer? É um orgulho ter alguém como a A na minha vida.

Um beijinho de parabéns.


a C, mãe do N







Lembro-me da A quase desde o primeiro dia na Covilhã. Caracolinhos, imensos caracolinhos, calcinha da salsa e uma camisolinha verde da desigual. Não que esta seja a imagem do primeiro dia, não, isso não sei, mas identifico-a bastante nesta descrição, que tanto diz da pessoa alegre que ela é e que mais tarde viria a descobrir. Intrigante acho que foi a primeira coisa que me lembro de pensar sobre ela. Parecia tão certinha, tão dentro dos eixos e ao mesmo tempo com amizades que me pareciam a mim que não combinavam mas afinal combinavam. A A tem um coração do tamanho do mundo, um coração que não tem restrições, nem preconceitos, nem regras, um coração que, ainda que ela não se permita demonstrar, ama fácil, e ama com tudo o que isso implica. A A é incansável com as pessoas que gosta, e com ela há sempre tempo para uma conversa, um café, ir de fim de semana e brindar os amigos com a sua presença num jantar, arrancar sorrisos de quem não a espera, nem que para isso tenha feito mil e uma reorganização na sua agenda e estudado ainda mais afincadamente durante a semana. A A não recusa ajuda a ninguém, não adia conversas por falta de tempo (pode adiar por outros motivos :P). Ela está sempre lá quando precisamos, e melhor que isso, a A tem um dedinho que advinha ou uns olhos que nos atravessam a alma e que nos descobrem tristes quando mais ninguém parece ver, uns olhos que vêm o que às vezes temos medo de dizer ou admitir, e quando ela o faz, mesmo sem saber, mesmo sem planear, nos dá força, nos devolve alguma paz e nos ajuda a ir em frente, sabendo que ao pé dela nunca poderemos estar sozinhas. 


Nem sempre a vi assim, de integrante durante todo um primeiro ano passei a ter a A como minha colega de mesa e incrivelmente, o que talvez achasse improvável, é que descobri nela uma companheira, uma pessoa com valores que eu também defendia, uma pessoa que não se deslumbrava pelo sitio em que estamos ou pela promessa do que seremos. Em tantos dias do nosso querido 2º ano trabalhámos juntas no melhor trabalho de embriologia de sempre :P,  ajudámos-nos contra o “terrivel” senhor de cardio e aliámos-nos mesmo que muitas vezes só em olhares contra as cabeças leves que nada sabem de valores ou de simplesmente serem humanas e reconhecerem que há vida para além das lojas e dos seus próprios umbigos. E foi aí que o nosso caminho dos sonhos se cruzou de verdade e que soube que de alguma forma ela faria parte dele, nem que fosse como uma boa colega que ia sempre guardar. Aí comecei a ver a menina organizada que era, extremamente organizada, com resumos de tudo sempre a tempo, e bonitos ainda por cima, a ver que era extremamente competente e responsável em tudo o que fazia, nas tarefas, nas apresentações, e sobretudo que era amiga e que mesmo não gostando de baldas não deixava que se dessem mal quando podia ajudar. Lá cedia os seus apontamentos, mas ainda assim era determinada e sincera porque não faziam dela “criada” enquanto se divertiam e aí admirei-a pela frontalidade. Depois vieram as primeiras conversas sérias, os primeiros abracinhos e com isso a A deu-me permissão de fazer parte e mais uma vez admirei-a por toda a sua determinação, por gostar muito dos seus mas ser capaz de se respeitar acima de tudo e de se valorizar. Conheço poucas pessoas como ela e de todo eu não sou uma delas. Acredito que nem sempre lhe traz o que quer, ou da forma que quer e que muitas vezes lhe traz amarguras mas também acredito que ninguém mais lutou por si própria ou se respeita mais e sabe o seu valor que ela. Acho que é um mecanismo de defesa e a A é Grande por conseguir fazê-lo. O tempo foi passando, fomos-nos reconhecendo, conhecendo, tendo coisas em comum, mais cafés vieram, mais jantares e aos poucos éramos parte e aí a vida deu mais uma volta inesperada e aquilo que parecia que seria uma amizade morninha mudou. Os motivos não foram os melhores, e mais uma vez ela foi gigante. Podia dizer imensa coisa sobre essa altura e em como foi uma lutadora, mas o que de verdade sinto é que de alguma forma isso a trouxe para nós, e ela faz-nos aqui tanta falta que talvez tudo o que de mau aconteceu tenha tido o sentido maior de trazer algo tão bom, como acredito que é o que temos, todas! Mesmo que não tenha sido da melhor forma foi isso que permitiu que h
oje a sua presença entre nós seja inquestionávelnas conversas, nos jantares, nas surpresas, nas confidências, nos sorrisos, nas horas de aperto… 



A A de hoje é muito diferente da A que me lembro no primeiro ano, hoje sei que ela é ainda mais organizada, ainda mais determinada, ainda mais amiga. Sei que é uma óptima ouvinte, uma melhor confidente, mas também já sei que é uma teimosa, que odeia quando as coisas saem um nadinha que seja fora dos seus planos e que mesmo que não queira, fica rabugenta quando isso acontece ou quando alguém a contraria. Nessas alturas a A faz aquele olhar do qual até eu tenho vontade de me esconder. Sei que adora uma boa festa, sair com os amigos, jantar com eles, rir sem fim, pregar partidas, e como sabe bem ter uma noite assim perto dela, sempre cheia de boa disposição para celebrar a vida, e dançar dançar dançar…ou então descobrir a meio que os adornos de Carnaval nem sempre são só isso, adornos, sua doida. Também sei que a A fica “fedorenta” depois de uma noitada sem dormir e que é uma sonhadora, não só porque quer realizar os seus sonhos mas  porque quer ajudar a realizar sonhos, porque quer dar de si ao mundo, porque quer deixar a sua marca. A A é uma casmurra, porque as vezes pensa demais e não se deixas ir ao sabor do vento, nem falar aquele coração gigante que guarda dentro do ser pequenino que os outros vêm. Não tenho duvidas que isso é só mesmo o que os outros vêm porque se há frase que ganha todo o sentido perto dela é que as mulheres não se medem aos palmos e ela prova-nos isso todos os dias. Se desse uma palavra à A seria contrastes, porque ela conjuga os dois lados da moeda, se por um lado é responsável, serena, ponderada, racional, por outro é divertida, eufórica, alegre, com vontade de viver ao máximo sem limites nem horas. É assim que vejo a A ao fim destes quatro anos, e a verdade é que não sei exactamente onde a vida nos vai levar, se ela vai ser a minha Gin ou não, se partilharemos as memorias da maior aventura das nossas vidas no próximo inverno ou se já não fará qualquer sentido, só sei que o que ela acrescentou ate hoje ninguém nos pode tirar. Sou sem duvida uma pessoa melhor, mais alegre, mais positiva e sobretudo mais forte por a ter conhecido, por isso obrigada A por seres exactamente deste jeitinho.

Com a maior admiração e o maior orgulho em te ter na lista dos melhores,


L.








Ora então a A .... Sinceramente não me recordo muito dela nos primeiros tempos, aquele tempo em que era tudo novo, a nova cidade, as novas responsabilidades, os novos colegas... Não foi amor à primeira vista mas estava destinado em alguma altura deste caminho cruzar-me com Esta caracolinhos. Desde as primeiras aproximações a descoberta foi enorme.. Por detrás daquela cara bonita está uma mulher cheia de dicotomias. A responsabilidade a par com a diversão, a determinação a par com a vontade esporádica de quebrar as regras. Tudo isto a torna uma pessoa ainda mais especial.
Aquele sorriso será sempre um lugar seguro para mim. As palavras certas nos momentos certos. As gargalhadas. As parvoíces. Os momentos de estudo. A partilha das incertezas nos momentos mais difíceis. A partilha das alegrias nos momentos de conquista. Tudo isto é A.
Tudo isto concentrado num palmo e meio de força e alegria.
Não preciso aqui de descrever o que já partilhei com ela pois isso estará sempre guardado num lugar especial.
Não é de sempre mas espero que fique para sempre...
Happy B Day
Da tua R,
XOXO







O que tenho a dizer sobre a A? 

a... 

A hoje faz mais um aninho e eu ainda não lhe dei os parabéns.
A merecia que eu hoje estivesse cheia de inspiração para lhe escrever alguma coisa de jeito.
A é linda.
A é amiga.
A é a minha maninha.
A é perfeccionista.
A é querida.
A é pequenina.
A é organizada.
A é cúmplice.
A é gata.
A anda sempre arranjadinha e bonitinha, fica toda catita.
A é sempre muito preocupada comigo.
A tem sempre um sorriso na cara.
A tem sempre um abracinho e um beijinho para dar.
A tem sempre algo carinhoso para dizer.
A é muito brincalhona.
A é muito mandona.
A quer muito ir para África.
A gosta de preto e branco e de ter tudo preto no branco.
A não gosta de chocolate, ao contrário de mim.
A gosta de acordar cedo e dormir as suas horinhas.
A gosta de ter o estudo organizado.
A leva-me mel a casa quando estou doente.
A tem caracóis e eu também <3


a tua, 
M.








muitos parabéns A!!!!!!!




segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Um dia não seremos mais jovens e cheias de vida...e talvez um dia fiquemos senis ao ponto de não nos lembrar-mos de como fomos maravilhosas até então, por isso, este é o lugar onde vamos poder sempre recordar-nos. Recordar cada surpresa que nos fez sorrir, cada surpresa em que superámos as expectativas, cada surpresa em que quisemos dar o melhor de nós...Aqui seremos sempre nós, As Queridas!